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Notícias

4º Ciclo de Formações 2009
Estão abertas as inscrições para o 4º Ciclo de Formações para 2009 + info

2ª edição da LusaTALENTO
Realizou-se no dia 2 de Agosto de 2008, a 2ª edição da LusaTALENTO na Casa da Música no Porto, numa gala em que foram apresentados os 10 finalistas do LUSAVOX.
Mais informação em: LusaTALENTO http://lusavox.sapo.pt

Blog AACI
Visite o nosso BLOG: http://aaci-artistas-org.blogspot.com


A Associação

A Associação de Artistas Comunitários Independentes (AACI) tem como objectivo prosseguir fins culturais, de formação profissional, um apanágio duma cultura europeia e a promoção do conhecimento e da ciência subjacente, o gosto pelo teatro e educação e promover a estabilidade, interesse e bem-estar dos artistas e a sua profissionalização.


Lema da AACI

Esta Associação identifica-se com a história do "O cepo de oliveira" que exprime bem o nosso propósito, ou seja, dar e dar-se, que citamos:

O enorme cepo de oliveira revivia o passado, enquanto ardia lentamente ao canto da lareira. Tinha séculos de existência! Principiara a sentir dificuldades circulatórias quando a seiva, que as raízes sugavam da terra, não atingiam todos os ramos. As folhas começaram a amarelecer… Ao fim de muitas gerações, ninguém lhe vinha colher azeitonas porque já não as tinha.

A oliveira vira-se reduzida a um cepo. Mantinha apenas a consciência de ser o que restava da antiga árvore frondosa, em cuja sombra numerosos grupos de peregrinos tinham comido as merendas e cuja folhagem abrigara os pássaros dos calores do sol e do estio.

Vieram arrancar o cepo e levaram-no para aquela sala onde havia um fogão. Pegaram-lhe fogo. E o raizame seco ficou espantado ao verificar como dele espiravam faúlhas e os seus tecidos mortos se tornavam em labaredas vivas. Os Homens à sua volta, esfregavam as mãos, as mulheres aproximavam-se muito dele e as crianças dormitavam aconchegadas no regaço das mães.

E o último pensamento do cepo foi este: Nasci para servir os outros. Fiz o melhor que soube e pude no desempenho da missão que me coube. E, por isso, morro tranquilo e feliz. No punhado de cinza a que me reduzo fica a alegria de me ter dado completamente aos outros, até ao fim. Eles podem nem reparar nisto, mas basta que eu o saiba.

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